Foi no período
clássico barroco que se estruturou a arte do
paisagismo como um campo específico da arquitetura
e do planejamento urbano. O modelo do jardim inglês
teve ressonância em várias partes do
mundo, especialmente nos Estados Unidos, a partir
de projetos como os de Humphry Repton e John Nash,
do final do século XVIII a início do
século XIX. Um interessante exemplo desse período
é o traçado de John Nash para o Regent’s
Park, em Londres.
O
Regent’s Park é um dos Parques Reais
de Londres e cobre atualmente uma área de 166
ha, acrescida para 197 ha se considerarmos o parque
adjacente Primrose Hill. Este último istalou-se
sobre um terreno colinoso de onde se pode observar,
a cavaleiro, uma bela visão do Regent’s
Park e, ao longe, a skyline da City.
A área
do atual Regent’s Park foi originalmente parte
de uma vasta floresta de Middlesex e era chamada de
Marylebone Park. Foi elaborada para o príncipe
regente e mais tarde George IV. Ele queria um novo
palácio de verão ao norte de Londres.
O plano nunca foi totalmente construído porque
o príncipe voltou sua atenção
para o Palácio de Buckingham.
O projeto
é de John Nash, que originalmente projetou
um bairro com 56 vilas construídas em vários
estilos clássicos e um palácio para
o príncipe regente. Somente oito vilas e nenhum
palácio foram construídas no parque.
Três ainda estão no limite do Inner Circle.
Este espaço tornou-se um parque fechado em
1812.
O
lago para barcos, que possui grande quantidade de aves
aquáticas, é um lugar romântico,
especialmente enquanto se ouve a música de coreto
à distância. Os Queen Mary’s Gardens
proporcionam agradáveis vistas e perfumes no
verão, quando visitantes podem desfrutar peças
de Shakespeare no teatro ao ar livre.
Broad Walk oferece uma caminhada pitoresca ao norte
da Park Skare. Atualmente na área do Parque estão
presentes e atuantes instituições como
a Zoological Society e o Royal Botanic Garden.

Fote:
Google Earth
Bibliografia
GUIA VISUAL FOLHA DE SÃO PAULO: LONDRES. São
Paulo, Empresa Folha da Manhã, 1997.
LAMAS, José M. Ressano Garcia. Morfologia Urbana
e Desenho da Cidade. Lisboa, Fundação
Calouste Gulbenkian, 1992.
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Nome
Científico: Heliconia rostrata
Ruiz & Pav.
Nome
Popular: helicônia, bananeira-ornamental,
caeté.
Família: Heliconiaceae
A helicônia
é uma planta arbustiva de textura herbácea,
de grande efeito ornamental, originário
da Amazônia. Com suas folhas grandes, ovaladas
e coreáceas, dispostas na ponta das hastes,
costuma atingir cerca de 3,0 metros de altura,
o que a torna excelente para renques ao longo
de muros e para sebes vivas de efeito “cortina”.
A planta
apresenta inflorescências pendentes com
brácteas na cor vermelho-viva com margens
amarelas, de efeito paisagístico espetacular,
formando-se ao longo do ano todo. Pode ser cultivada
tanto a pleno sol quanto a meia sombra, preferindo
terra fértil, moderadamente húmida,
e não suportando baixas temperaturas. A
helicônia pode ser multiplicada por divisão
de touceiras.
Bibliografia
ENCICLOPÉDIA
1001 PLANTAS E FLORES, São Paulo, Editora
Europa, 2000.
JOLY, Aylthon Brandão – Botânica
Introdução à Taxonomia Vegetal.
São Paulo, Companhia Editora Nacional,
2002.
LORENZI,
Harri; Hermes Moreira de Souza – Plantas
ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas
e trepadeiras, Nova Odessa,SP: Instituto Plantarum,
2001.
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