Cursos e Palestras

Ano VIII - N.º42 - janeiro a abril - 2009




   

Foi no período clássico barroco que se estruturou a arte do paisagismo como um campo específico da arquitetura e do planejamento urbano. O modelo do jardim inglês teve ressonância em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, a partir de projetos como os de Humphry Repton e John Nash, do final do século XVIII a início do século XIX. Um interessante exemplo desse período é o traçado de John Nash para o Regent’s Park, em Londres.

O Regent’s Park é um dos Parques Reais de Londres e cobre atualmente uma área de 166 ha, acrescida para 197 ha se considerarmos o parque adjacente Primrose Hill. Este último istalou-se sobre um terreno colinoso de onde se pode observar, a cavaleiro, uma bela visão do Regent’s Park e, ao longe, a skyline da City.

A área do atual Regent’s Park foi originalmente parte de uma vasta floresta de Middlesex e era chamada de Marylebone Park. Foi elaborada para o príncipe regente e mais tarde George IV. Ele queria um novo palácio de verão ao norte de Londres. O plano nunca foi totalmente construído porque o príncipe voltou sua atenção para o Palácio de Buckingham.

O projeto é de John Nash, que originalmente projetou um bairro com 56 vilas construídas em vários estilos clássicos e um palácio para o príncipe regente. Somente oito vilas e nenhum palácio foram construídas no parque. Três ainda estão no limite do Inner Circle. Este espaço tornou-se um parque fechado em 1812.

O lago para barcos, que possui grande quantidade de aves aquáticas, é um lugar romântico, especialmente enquanto se ouve a música de coreto à distância. Os Queen Mary’s Gardens proporcionam agradáveis vistas e perfumes no verão, quando visitantes podem desfrutar peças de Shakespeare no teatro ao ar livre.

Broad Walk oferece uma caminhada pitoresca ao norte da Park Skare. Atualmente na área do Parque estão presentes e atuantes instituições como a Zoological Society e o Royal Botanic Garden.



Fote: Google Earth

Bibliografia

GUIA VISUAL FOLHA DE SÃO PAULO: LONDRES. São Paulo, Empresa Folha da Manhã, 1997.
LAMAS, José M. Ressano Garcia. Morfologia Urbana e Desenho da Cidade. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1992.

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Nome Científico: Heliconia rostrata Ruiz & Pav.
Nome Popular: helicônia, bananeira-ornamental, caeté.
Família: Heliconiaceae

A helicônia é uma planta arbustiva de textura herbácea, de grande efeito ornamental, originário da Amazônia. Com suas folhas grandes, ovaladas e coreáceas, dispostas na ponta das hastes, costuma atingir cerca de 3,0 metros de altura, o que a torna excelente para renques ao longo de muros e para sebes vivas de efeito “cortina”.

A planta apresenta inflorescências pendentes com brácteas na cor vermelho-viva com margens amarelas, de efeito paisagístico espetacular, formando-se ao longo do ano todo. Pode ser cultivada tanto a pleno sol quanto a meia sombra, preferindo terra fértil, moderadamente húmida, e não suportando baixas temperaturas. A helicônia pode ser multiplicada por divisão de touceiras.

Bibliografia

ENCICLOPÉDIA 1001 PLANTAS E FLORES, São Paulo, Editora Europa, 2000.
JOLY, Aylthon Brandão – Botânica Introdução à Taxonomia Vegetal. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 2002.
LORENZI, Harri; Hermes Moreira de Souza – Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras, Nova Odessa,SP: Instituto Plantarum, 2001.

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